
Por Marlon Botão, ex-secretário de Cultura de São Luís, marqueteiro e militante político há mais de 40 anos
Em pouco mais de quatro anos à frente do Governo do Maranhão, somando o período em que assumiu o Estado em 2022 e o mandato conquistado nas urnas, Carlos Brandão se consolidou como um dos governadores brasileiros de maior identidade política, administrativa e social com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva — se não o principal exemplo dessa sintonia no país.
Essa identidade não está apenas no discurso. Ela aparece na prática, nas políticas públicas, na forma de governar e na escolha de prioridades. No Maranhão, Lula e Brandão mostram que desenvolvimento de verdade começa pelas pessoas — especialmente por aquelas que mais precisam do poder público.
É por isso que se pode dizer, sem exagero, que Lula e Brandão fazem uma revolução no Maranhão.
Não é revolução de slogan. É revolução de política pública: escola profissional, comida no prato, apoio aos municípios, incentivo à permanência dos jovens na educação, inclusão digital, atração de investimentos e presença do Estado onde antes havia abandono. É uma revolução silenciosa, cotidiana, construída longe dos discursos vazios e perto da vida real do povo.
O ponto central dessa transformação está na compreensão de que nenhum estado avança de forma consistente se abandonar sua gente. E foi exatamente esse o elo mais forte entre Lula e Brandão: a convicção de que política pública precisa alcançar quem mais precisa, abrir caminhos para quem ficou para trás e criar oportunidades onde antes havia apenas ausência do Estado.
Na educação, essa visão aparece de maneira muito clara. O investimento em educação profissional, com fortalecimento de estruturas como os IEMAs, prepara jovens maranhenses para um mercado cada vez mais exigente, tecnológico e regionalizado. Não se trata apenas de construir escolas ou anunciar vagas. Trata-se de formar uma geração capaz de atender às demandas produtivas do Maranhão e também de disputar oportunidades em qualquer lugar do país.
Essa política tem impacto profundo porque conversa com a realidade das regiões. Cada território tem seus arranjos produtivos, suas vocações econômicas e suas possibilidades. Quando a educação profissional dialoga com os arranjos produtivos de cada região, ela deixa de ser uma política genérica e passa a ser instrumento de desenvolvimento territorial.
Também é nessa lógica que se encaixa a distribuição de tablets dentro das políticas educacionais do governo Brandão. Em um mundo cada vez mais conectado, garantir acesso à tecnologia é garantir acesso ao conhecimento, à pesquisa, à informação e às oportunidades. A inclusão digital, quando associada à educação, aproxima os estudantes maranhenses do mundo globalizado do conhecimento.
O mesmo vale para as políticas de permanência na escola. Para muitos jovens maranhenses, continuar estudando não é apenas uma questão de vontade. É uma questão material. Às vezes falta o dinheiro da passagem, da alimentação, do básico para atravessar o mês. Quando o poder público cria incentivos para que esses jovens não abandonem a educação, está dizendo que o sonho de uma vida melhor não pode ser privilégio de quem nasceu com estrutura.
Na saúde, a parceria entre Estado e municípios também revela esse compromisso. A entrega de ambulâncias, equipamentos e instrumentos de apoio à rede municipal fortalece a presença do poder público onde a população vive. O Maranhão é um estado grande, diverso e desigual. Levar estrutura aos municípios é reconhecer que o cidadão não pode depender apenas dos grandes centros para ter acesso a serviços essenciais.
Mas talvez uma das marcas mais fortes da gestão Brandão, em sintonia com Lula, esteja na segurança alimentar. O combate à fome não pode ser tratado como tema secundário. Quem tem fome não espera. Quem não tem o que comer hoje não pode aguardar o discurso bonito de amanhã.
Nesse ponto, o Maranhão se tornou referência. Brandão duplicou a rede de restaurantes populares e fez do Estado um exemplo nacional no enfrentamento à pobreza extrema. Café da manhã, almoço e jantar a preços acessíveis não são apenas refeições. São dignidade. São proteção social. São a presença concreta do Estado no momento mais básico da vida humana: a hora de comer.
Essa é a diferença entre uma política pública feita para aparecer e uma política pública feita para transformar. A primeira busca propaganda. A segunda muda a vida das pessoas.
Lula e Brandão se encontram exatamente nessa concepção. O Brasil que Lula voltou a governar é o Brasil que recoloca os pobres no orçamento, que retoma políticas sociais, que valoriza a educação, que combate a fome e que entende desenvolvimento como inclusão. O Maranhão de Brandão segue essa mesma lógica: cuidar de quem precisa hoje e, ao mesmo tempo, preparar o Estado para o amanhã.
Porque a revolução em curso não é apenas social. Ela também é econômica e estratégica.
Brandão tem buscado atrair empreendimentos, abrir diálogo com investidores, fortalecer relações fora do Maranhão e apresentar o Estado como território de oportunidades. De projetos industriais no sul do Maranhão à busca por novos investimentos em diferentes cadeias produtivas, o governador tem procurado mostrar que o Maranhão pode ser uma fronteira de desenvolvimento, produção e geração de empregos.
Outro exemplo está nos investimentos do governo Brandão no Porto do Itaqui, estrutura estratégica para ampliar a participação do Maranhão no comércio mundial de grãos e outros produtos. Pela localização privilegiada e pela proximidade com diferentes mercados, o porto é peça fundamental para inserir o Estado de forma mais competitiva no mundo, gerar oportunidades e fortalecer cadeias produtivas que impactam diretamente a economia maranhense.
Ao lado de Lula, Brandão também participou de agendas nacionais e internacionais que ajudam a mostrar o potencial do Brasil e dos estados brasileiros. Esse movimento importa porque nenhum projeto de combate à pobreza se sustenta sem geração de emprego, renda, produção e desenvolvimento.
A diferença está no sentido desse desenvolvimento. Não se trata de beneficiar apenas dois ou três grandes grupos econômicos. O desenvolvimento que interessa ao Maranhão precisa chegar à classe trabalhadora, aos jovens, às famílias pobres, aos municípios, aos pequenos empreendedores e às regiões historicamente esquecidas.
É esse equilíbrio que dá densidade ao projeto de Lula e Brandão: política social forte, educação estruturante, segurança alimentar, saúde municipalizada e desenvolvimento econômico com olhar para quem trabalha.
E é justamente por isso que a discussão sobre o futuro do Maranhão não pode ser separada do projeto que está em curso. A revolução construída por Lula e Brandão não é peça de propaganda, nem promessa abstrata. Ela está na vida concreta das pessoas e precisa ter continuidade.
Nesse cenário, Orleans Brandão surge como o nome da continuidade desse ciclo. Sua pré-candidatura ao Governo do Maranhão está vinculada a um projeto que já mostrou resultados, dialoga diretamente com o presidente Lula e colocou o povo no centro das decisões do Estado.
A continuidade não significa repetir fórmulas. Significa preservar o rumo, ampliar conquistas e garantir que o Maranhão siga avançando com políticas públicas voltadas para quem mais precisa. Se Lula e Brandão iniciaram uma revolução silenciosa no Estado, Orleans Brandão aparece como o nome capaz de dar sequência a esse caminho.
O Maranhão tem diante de si uma escolha importante: continuar fortalecendo um projeto que combate a fome, investe em educação, apoia os municípios, atrai desenvolvimento e governa para a maioria, ou interromper um ciclo que começa a preparar o Estado para um futuro mais justo.
A revolução de Lula e Brandão precisa seguir adiante — e Orleans Brandão é hoje o nome que representa a preservação desse rumo, com a responsabilidade de ampliar conquistas e manter o Maranhão no caminho das políticas públicas voltadas para quem mais precisa.
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