terça-feira, 25 de agosto de 2026

Orleans Brandão e Iracema Vale rebatem acusações Gilbson Cutrim e denunciam violência política

 


Iracema negou qualquer contato ou relação prévia com a vítima, expressando indignação com o espaço dado às alegações do condenado

Durante entrevista a uma emissora de TV de São Luís, o candidato do MDB ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, reagiu às acusações disparadas por Gilbson Cutrim contra seus familiares. Gilbson — condenado pela execução de João Bosco Sobrinho no “Caso Tech Office” — afirmou em depoimento que frequentava o Palácio dos Leões para reuniões com o governador Carlos Brandão e com Daniel Brandão, ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado.

Orleans classificou as falas do criminoso como “inverdades” e defendeu a história de seus familiares no setor público e privado: “Minha família é uma família honrada. Não tivemos sequer qualquer caso de corrupção ou qualquer problema com a Justiça”, declarou. Para o candidato, o surgimento das denúncias de Cutrim é uma reação à decisão de Carlos Brandão de seguir no governo em vez de concorrer ao Senado, e garantiu que a agenda de sua campanha não será afetada.

Iracema Vale rebate acusação e cita ‘violência política’

No mesmo contexto de ataques vindos do mesmo personagem, a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale (MDB), rebateu um novo vídeo divulgado por Gilbson Cutrim nas redes sociais. Nele, o homicida tentou vincular a parlamentar à morte do empresário Josival Cavalcanti, o “Pacovan”, ocorrida em 2024.

Iracema negou qualquer contato ou relação prévia com a vítima, expressando indignação com o espaço dado às alegações do condenado: “Um assassino confesso, que responde a várias acusações de homicídio, vem a público e me acusa. Essa denúncia não me assusta, ela me enoja”, afirmou.

A parlamentar apontou que o uso das declarações de Cutrim faz parte de uma ação orquestrada no período eleitoral para atingir autoridades.

“A quem interessa que a palavra de um bandido ganhe visibilidade? Essa é a maior violência política que uma mulher como eu poderia sofrer”, disse a deputada, afirmando que adotará medidas firmes e confia no trabalho da Justiça.”

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